Outros Eventos
Outros eventos da organização da Sementeira

Sessão Sementeira | 2.º Aniversário da Batalha da Visa
A Sementeira ( @sementeiraviseu ) e a sede do Bloco de Esquerda ( @beviseu ) são espaços de encontro e de construção comunitária: têm sido o local de ensaio e apresentação das mais variadas formas de expressão artística e cultural. É uma forma permanente de #ConstruirComunidade ( @construircomunidade ).
No seu 2.º aniversário, a Batalha da Visa ( @batalhadavisa3500 ) reúne a comunidade das batalhas, de norte a sul, num evento especial que contará com a presença de cerca de 30 MCs, e ao qual temos todo o gosto em apoiar e associar-nos.
📅 Amanhã, sábado, 30 de Agosto
⏰ 21h00
📍 Praça D. Duarte / Rua das Ameias, Viseu

Desobedoc Viseu 2023
1 DEZEMBRO, 17h, na sede do Bloco de Esquerda Viseu
3 curtas Brasil
“Regalo”, de Ricardo Martins | 30 min | 2018
“Casa”, de Ricardo Martins | 4 min | 2020
“Labirinto de Papel”, de André Araújo e Roberto Giovanetti | 29 min | 2015
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Conversa e lanche partilhado
“Regalo”, de Ricardo Martins | 30 min | 2018
Sinopse: Caio ganha como “presente” de aniversário uma noite com o garoto de programa Fernando. Durante as três horas de duração do programa, os dois passarão de uma inicial aversão a uma atração mútua e quase improvável, numa aproximação lenta e cheia de descobertas e enfrentamentos da realidade de ambos.
“Casa”, de Ricardo Martins | 4 min | 2020
Sinopse: Um curta sobre o dia a dia do isolamento social e a vantagem de se gostar de estar em casa.
“Labirinto de Papel”, de André Araújo e Roberto Giovanetti | 29 min | 2015
Sinopse: Um grupo de pesquisadores do Tocantins busca elucidar eventos que envolveram militantes de esquerda e o Exército durante a ditadura civil-militar brasileira, na região do então norte de Goiás.
7 DEZEMBRO
“Já estou farto!” de Paulo Antunes | 69 min | 2021 | Documentário
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VÜRMO | Porto | Concerto
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Gatos Pingados | Almada | Concerto
07 de Dezembro – 22h00
(Quinta-feira, véspera de feriado)
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Um retrato intimista de João Pedro Almendra, co-fundador de Ku de Judas, Peste e Sida e Punksinatra e membro da pré-formação de Censurados onde assinou duas músicas. Este é também um mergulho no género underground da música portuguesa, uma narrativa complementada por quem o acompanhou ao longo da sua carreira musical desde os idos dos anos 80 até ao presente.
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Sessão em Parceria com a Fora de Rebanho – Associação Cultural
Desobedoc Viseu 2023, um evento: The Left, Bloco de Esquerda, Transform, Cultra e Sementeira
16 DEZEMBRO, 21h, na sede do Bloco de Esquerda Viseu
Direito à habitação!
“As Mãos Sobre a Cidade”, de Francesco Rosi | 101 min | 1963
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conversa com JOSÉ GUSMÃO
(Eurodeputado do The Left, eleito pelo Bloco de Esquerda)
Sinopse: Depois da queda de um edifício residencial que faz vítimas, um poderoso magnata imobiliário e vereador é alvo de investigação por tráfico de influências, num negócio massivo de construção com que havia enriquecido. Rosi foca-se agora nas poderosas forças corruptas que estrangulam a sua Nápoles natal (que filma com especial esmero), durante o período da “reconstrução” que se seguiu à Segunda Guerra Mundial. Sem deixar de apostar em qualidades fortes de entretenimento capazes de seduzir o grande público – Rod Steiger, nesta altura já um peso pesado de Hollywood, encarna a personagem principal –, o cineasta desenvolve uma análise fílmica, quase clínica e plenamente informativa, de um inquérito criminal capaz de abalar a política partenopeia.
Biografia: José Gusmão é economista e foi assistente no Centro de Investigação Sobre Economia Portuguesa (afeto ao ISEG) e investigador no Dinâmia – Centro de Estudos sobre Mudança Socio-Económica (afeto ao ISCTE). É um dos autores do blogue ‘Ladrões de Bicicletas’. É eurodeputado do The Left, eleito pelo Bloco de Esquerda.
23 DEZEMBRO, 21h30, no EM DIREITA
“Room Without a View”, de Roser Corella | 73 min | 20121
Sinopse: Salários de fome, trabalho incessante e um quarto sem janelas. São estas as condições de vida das jovens mulheres etíopes, quenianas e filipinas contratadas em grande escala pelas famílias libanesas de classe média e alta. O sistema da Kafala promovido pelo Estado legaliza a escravatura, os empregadores perguntam-se esporadicamente se estão a fazer a coisa certa e as empregadas decidem lutar.
NOSTALGIA.MIXTAPE – @nostalgia.mixtape
Criado em Viseu, em julho de 2023, a nostalgia.mixtape nasce para contribuir e revolucionar a típica saída à noite, com novas propostas de som, de imagem, de atividades e com uma missão – proporcionar uma noite segura, inclusiva e divertida a qualquer pessoa. Desde aí, temos colaborado com diversos bares de Viseu, que tão bem nos deixam espalhar a magia da nostalgia. Essa magia baseia-se e carrega grandes inspirações dos anos 90 e 2000s, e por isso, nesta festa só vais encontrar música POP/HIP HOP/R&B. Queremos acima de tudo estabelecer conexões com o nosso público e criar uma comunidade onde se possa festejar, sempre com base no respeito e empatia pelo outro! Todos os meses trocamos a cassete e trazemos-te uma festa diferente. Do que estás à espera para participar nesta?
RAMEN RAVE – @aikkyy
Nas profundezas do mundo sonoro, surge uma figura magnética que transcende os limites do convencional. Designer de dia, DJ de noite, e apaixonada por música desde sempre, Ramen Rave eleva cada DJ set a um novo patamar, transportando o público para uma jornada inesquecível. Explorando os estilos vibrantes do pop, dance, R&B, hip hop e latin, Ramen Rave tece um universo sonoro cativante, onde as batidas contagiantes e as melodias sedutoras se unem em perfeita harmonia. A sua presença nos palcos é magnética, hipnotizando todos os que se cruzam no seu caminho e transformando a pista de dança num mar de energia contagiante. Das pistas mais underground aos festivais de renome, Ramen Rave deixa a sua marca por todos os lugares onde passa. O seu nome é sussurrado e a sua reputação cresce como uma lenda urbana.

25, 26 E 27 DE NOVEMBRO
(Rua das Ameias, n.º 18-26)
Rubika Shah | 2019 | Reino Unido | 80 minutos
O filme recorre a imagens de arquivo do movimento e a entrevistas a Red Saunders, Roger Huddle, Kate Webb, The Clash, Steel Pulse, Tom Robinson, Poly Styrene, Sham69, Alien Kulture, entre outros, que enfrentaram o ambiente hostil da Frente Nacional em finais da década de setenta, com uma resposta coletiva de músicos e ativistas que resistiu à onda de xenofobia e racismo que atravessa o país, culminando na célebre marcha e concerto que juntou muitos milhares de pessoas em 30 de abril de 1978, em Victoria Park, Londres.
Adriano – Bass | Girø Punx – Drums | Jimmy – Vox | Óscar – Guitar | Possessus – Guitar
“This is a warning, this is a picture of the future, a boot stomping on a human face forever.”
Kisto – Voz | Miguel Banzai – Guitarra | Óscar – Baixo | Girø – Bateria
Pedro Pereira | Ricardo Sequeira
(Lardo de São Teotónio, n.º 30)
Paulo Patrício | 2020 | Portugal | 25 minutos
Coletivo | 2022 | Portugal | 45 minutos
(Rua das Ameias, n.º 6, 1.º andar)
(Rua Direita, n.º 150)
Charlie Chaplin | 1917 | EUA | 30 minutos
(Lardo de São Teotónio, n.º 30)
Aurel | 2020 | França | 80 minutos

Concerto | Exposição | Conversa
22h00 – Conversa
23h00 – Performance/Concerto
Music – http://makelikeatree.org/
Photography exhibition – http://onisch.com/
Movie from Japan, Papua New Guinea, New Zealand and Australia and other countries and continents.

Via Sátira (30’)
Performance sobre os 50 anos da queda de Salazar da cadeira
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GERAÇÃO FELIZ de Leonor Areal
Portugal| documentário | 60’ | 1999 | M/12
LE REPRISE DU TRAVAIL AUX AUSINES WONDER de Jacques Willemont
França | documentário | 10’ | 1968 | M/12
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PRIMAVERA DAS MULHERES de Antónia Pellegrino e Isabel Nascimento Silva
Brasil | documentário | 70’ | 2017 |M/12
CONCERTO COM CHULLAGE
RIP 2 MY YOUTH de João Figueiredo, João Pico e Elizabeth Vieira
Portugal | documentário | 51’ | 2018 | M/12
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JÁ MARCHAVAS!
Conversa com Catarse (Vila Real), LGBTI Viseu, Olho Vivo Viseu, UMAR Viseu, Movimento LGBTQ+ Bragança, entre outras organizações convidadas.
LE F.A.H.R. de Carole Roussopoulos
França | documentário | 26’ | 1971 | M/12
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LES INVISIBLES de Sébastien Lifshitz
França | documentário | 110’ | 2012 | M/12
ZERO EM COMPORTAMENTO de Jean Vigo
França | ficção | 41’ | 1933 | M/6
21h30
LUZ OBSCURA de Susana de Sousa Dias – Parceria CCV
Portugal | documentário | 76’ | 2017 | M/12
O BOTÃO DE NÁCAR de Patricio Guzmán
Chile, França. Espanha | documentário | 82’ | 2015 | M/12
O CASO J. de José Filipe Costa
Portugal | ficção | 20’ | 2017 | M/12
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BABÁS de Consuelo Lins
Brasil | documentário | 20’ | 2010 | M/12
10h00
Hora do Conto com Cláudia Sousa
11h00
Sessão de curtas-metragens para crianças. Apresentação das curtas e atelier de expressões plásticas e multimédia com Daniela Fernandes.
CINEMA PARAÍSO de Guiseppe Tornatore
Itália | ficção | 155’ | 1988 | M/6
ComUnidade, Work in Progress de ZunZum
Portugal ! Documentário | 5’ | 2018
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CARRETERA CARTONERA de Marta Mancusi e Anna Trento
Espanha/Ítalia | documentário | 37’ | 2016 | M/12
NO INTENSO AGORA de João Moreira Salles – Parceria CCV
Brasil| documentário | 127’ | 2016 | M/12
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30 Agosto (Quarta, 21h45) – A GUERRA NA EUROPA
– Prólogo (Visões da Europa), de Béla Tarr (6’)
– Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini (103’)
– A Propos de Nice, de Jean Vigo (25’)
– Frente e Traseiras, de Regina Guimarães (14’)
– Rat Film, de Theo Anthony (82)
– 25 de Outubro – O Primeiro Dia, de Yuri Norstein (8’)
– O Início, de Artavazd Pelechian (10’)
– Ten Days That Shook The World (77’)
– Versus – A Vida e os Filmes de Ken Loach, de Louise Osmond (93’)
22h – The Flickering Flame, de Ken Loach (52’)
23h – Festa Desobedoc
De Béla Tarr, Hungria, 2004, 6’, ficção
Este pequeno filme surgiu de um convite ao realizador húngaro para realizar uma curta sobre a sua visão do seu país em relação à Europa. Béla Tarr faz um retrato da população da Hungria que sofre desde o pós-guerra até aos dias actuais.
De Roberto Rossellini, Itália, 1945, 103’, ficção
Roma foi declarada “cidade aberta” pelo exército nazi ocupante entre 1943-44 para evitar bombardeamentos aéreos. Em junho de 1944, os aliados – em concreto uma força dos EUA – ocuparam a cidade. Pouco mais de um ano depois, com a cidade ainda em escombros e escassos meses após a rendição da Alemanha que formalmente terminou a II Guerra Mundial na Europa, a 25 de setembro de 1945, estreia “Roma città aperta”, marco fundador do neorrealismo no cinema italiano.
O cenário é a própria cidade, parcialmente destruída. A miséria é exposta e não escondida. O guião, que contou com a participação de Federico Fellini, baseia-se em acontecimentos reais, da resistência italiana à ocupação nazi. Muitos dos intérpretes são cidadãos não-atores, não somente pelo baixo orçamento do filme, mas principalmente cumprindo a essência da nova estética neorrealista. Um contraponto ao cinema celebratório fascista, uma perfeita oposição ao glamour e excesso, à fuga à realidade, da produção cinematográfica contemporânea nos Estados Unidos.
E há a interpretação magistral da magnética e icónica atriz Anna Magnani, cuja personagem é inspirada na real Teresa Gullace, que fixou para a história do cinema a famosa cena da mulher assassinada quando corre para o seu noivo, capturado pelos Nazis.
Otto Preminger disse: «A história do cinema divide-se em duas eras: uma antes e outra depois de Roma città aperta».
De Jean Vigo, França, 1930, 25’, documentário
Nice, 1930. O olhar de Jean Vigo, neste seu primeiro filme, leva-nos a uma visita a uma cidade tranquila, com hotéis e casinos opulentos, promenades e banhos. Tudo começa como se fosse um postal, um vídeo turístico.
Felizmente, Jean Vigo é um realizador satírico e convida-nos a ver o que está por detrás desta realidade, com uma montagem dinâmica e justaposições.
Vigo descreveu o filme numa comunicação no Groupement des Spectateurs d’Avant-Garde: “Neste filme, mostrando certos aspetos básicos de uma cidade, um modo de vida é julgado… os últimos suspiros de uma sociedade tão perdida na sua fuga à realidade que nos incomoda e nos faz simpatizar com uma solução revolucionária “.
De Regina Guimarães, Portugal, 2002, 14’, documentário
Pela frente, a rua e seus anjos da guarda. Nas traseiras, as quase longínquas aldeias de Las Hurdes que Buñuel filmou nos anos 30. Frente a casa, a luta laboral de um conjunto de operárias maltratadas por um patrão sem escrúpulos. Nas traseiras, um cheiro acre a incêndio. Frente a casa, o lampião que a “renovação urbana “ não tardaria a roubar-nos.
De Theo Anthony, EUA, 2016, 82 minutos, documentário
“Nunca houve um problema de ratos em Baltimore” – diz Harold Edmond, um exterminador veterano – “é sempre um problema de pessoas”.
“Rat Film”, a primeira longa-metragem de Theo Anthony, contém considerações existenciais (“um rato cego sonha?”) mas também pesquisa solidamente documentada sobre a política demográfica de Baltimore, revelando a vergonhosa história de segregação económica e racial da cidade. É uma notável combinação de análise e inovação criativa que une o passado e o presente, num belo e absurdo poema sobre as lutas que se impõem aos menos afortunados.
De Yuri Norstein, Rússia, 1968, 8’, documentário experimental
Realizado para comemorar os 50 anos da Revolução Russa, o filme é uma homenagem aos artistas da época: poetas, músicos e pintores. Artistas que foram banidos nos anos 20, na União Soviética, por serem considerados demasiado “formalistas”. 40 anos depois, esta pequena curta-metragem também foi considerada demasiado formalista e “politicamente fraca”. O filme mostra alguns posters políticos que enfatizam promessas que não foram cumpridas por Lenine.
De Artavazd Pelechian, Arménia, 1967, 10’, documentário
Um ensaio cinematográfico sobre a Revolução de Outubro de 1917, realizado por um cineasta único, com uma linguagem que não conta histórias, mas que nos leva pela emoção.
A imagem, o som e a montagem criam uma experiência visual original e inesquecível, uma força cinematográfica pura.
De Granada TV, Reino Unido, 1967, 77’, documentário
Um documentário dramatizado realizado pela Granada TV, nos 50 anos da Revolução Russa, que relata os acontecimentos de Outubro de 1917. Narrado por Orson Welles, o filme retrata o processo recorrendo às imagens do filme Outubro de Sergei Eisenstein, realizado em 1927, para comemorar os 10 anos da revolução, onde foram dramatizados e recriados os eventos de 1917.
De Louise Osmond, Reino Unido, 2016, 93 minutos, documentário
Um retrato divertido, provocador e revelador sobre a vida e carreira de Ken Loach, um dos mais célebres e controversos realizadores britânicos, que aos 80 anos coloca em perspetiva a sua carreira de 50 anos.
De Ken Loach, Reino Unido, 1996, 52′, documentário
Em 1995, em Liverpool, cerca de 500 estivadores foram despedidos por se recusaram a quebrar a greve por melhores condições de trabalho. A dignidade destes estivadores e das suas mulheres, que resistiram negando-se a ir contra as suas convicções, é um retrato de toda a classe trabalhadora em Inglaterra num momento em que o governo de direita quis retirar direitos conquistados no passado. A câmara eficaz de Ken Loach neste filme, que é um exemplo poderoso de um documentário militante, expõe vários pontos de vista dos diferentes intervenientes nesta luta, incluindo a traição dos dirigentes sindicais aos trabalhadores.
Muita música, diversão e convívio vão marcar o encerramento da segunda extensão do Desobedoc em Viseu.

Também é para isto que se faz Cinema.
Por cá passarão filmes sobre alguns dos temas que nos inquietam: as migrações e os refugiados que o velho continente condena à morte e à humilhação; o direito à cidade, ao trabalho e o emprego; a igualdade e as conquistas que desafiam o patriarcado.
Teremos clássicos do cinema e filmes de hoje. Teremos muitos livros e fanzines. Um jantar e uma festa para celebrarmos o prazer de estarmos juntos.
Nesta mostra de 4 dias de cinema documental, vamos exercer o direito à memória e à imaginação.
Num país onde o Ministério da Cultura é quase uma inexistência, damos o nosso contributo para a oferta cultural da cidade e do interior.
Estão convidados a ser cúmplices desta extensão do Desobedoc. A entrada é livre e o espírito insubmisso.”
2, 3, 4 E 5 DE NOVEMBRO
CARMO 81 – VISEU
BLACK FILM | Želimir Žilmik
17’ | Fic | YU | 1971
90’ | Fic | ES/MX | 1961
FORA DE VIDA | Filipa Reis e João Miller Guerra
31’ | Doc | PT | 2015
77’ | Doc | ES | 2015
CADERNO DE CIRURGIA | Regina Guimarães
18’ | Fic | PT | 2016
93’ | Doc| AT | 2015
GISBERTA | Stéphane Jacob
9’ | Doc | PT/AR | 2006
61’ | Doc | FR | 2001
OS CRAVOS E A ROCHA | Luísa Sequeira
16’ | Doc | PT | 2015
NADA A TEMER | Sama
Zine | PT/BR | 2016
24 de Julho – 6ª Feira – 21 horas
(Esplanada – Ar Livre)
Catarina Martins
(Porta-voz nacional do BE)
José Manuel Pureza
(Comissão Política Nacional)
Antonio Gil
(Cabeça de Lista – Viseu)
(Momento de comédia com texto de António Gil e apresentação de Manuela Maria Coelho Antunes)
(Rua das Ameias, nº 6, 1º Andar)
LM & Dusfade
Mazatekk (MZK’ Productions)